Petrobras eleva querosene de aviação em 7,2%, com aumento médio de R$ 0,45 por litro
Reajuste passou a valer em 1º de novembro e ocorre após alta do mês anterior; combustível pesa fortemente nos custos das companhias aéreas.
A Petrobras reajustou em média 7,2% o preço do querosene de aviação vendido às distribuidoras. A mudança passou a valer em 1º de novembro e representa aumento médio de R$ 0,45 por litro em relação ao mês anterior.
Segundo aumento seguido
Em outubro, o QAV já havia subido em média R$ 0,65 por litro. O texto original importado trazia a expressão “0,65 centavos”, erro que altera a ordem de grandeza e foi corrigido nesta versão.
A Petrobras afirma que a fórmula de reajuste considera referências internacionais e que o aumento recente reflete tensões geopolíticas e redução de capacidade de refino em áreas afetadas por conflitos.
Impacto não é automaticamente repassado ao passageiro
O querosene representa parcela elevada do custo das empresas aéreas, mas a tarifa de uma passagem depende também de demanda, concorrência, câmbio, estratégia comercial e outros custos. Por isso, o reajuste aumenta a pressão sobre as companhias, mas não permite afirmar sozinho quanto as passagens vão subir.
Fontes: Petrobras; Agência Brasil; Associação Brasileira das Empresas Aéreas.





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