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Suspeito em caso de helicóptero apreendido com cocaína é encontrado morto em motel

Um dia depois de aeronave ser apreendida pela Polícia Federal, homem foi encontrado sozinho com um tiro na cabeça e uma pistola semiautomática na mão. Helicóptero transportava meia tonelada de cocaína.


Um homem suspeito de envolvimento com a quadrilha que transportava mais de meia tonelada de cocaína em um helicóptero apreendido no fim de semana foi encontrado morto na tarde desta segunda-feira (15) no quarto de um motel em Presidente Prudente (SP).


Segundo a polícia, o homem foi encontrado com um ferimento de tiro na cabeça e com uma pistola semiautomática na mão. A arma estava carregada e tinha apenas um tiro disparado. A polícia apurou também que o homem entrou sozinho no quarto do motel.

As imagens das câmeras de segurança do motel ainda serão analisadas.


A Polícia Federal foi acionada para também ajudar nas investigações sobre o caso. De acordo com a PF, a suspeita é de que o homem encontrado morto no motel agia no abastecimento do helicóptero usado no transporte da droga e dirigia uma caminhonete no sábado (13), quando houve a apreensão da aeronave em um canavial em Presidente Prudente.


Canavial

A Polícia Federal apreendeu no sábado (13) um helicóptero avaliado em R$ 4 milhões carregado com meia tonelada de cocaína em Presidente Prudente. O dono da aeronave, a namorada de um traficante e o piloto, que inicialmente tinha fugido, foram presos.


Uma outra pessoa fugiu e não foi localizada no sábado (13) e a suspeita é a de que tenha sido o homem encontrado morto no quarto de um motel na mesma cidade nesta segunda-feira (15). O helicóptero estava em um canavial em Presidente Prudente. Veículos de luxo foram apreendidos na capital paulista, na mesma operação.


Segundo o chefe da delegacia da PF em Presidente Prudente, Daniel Coraça Júnior, a Operação Flying Low foi deflagrada com o objetivo de combater organização criminosa envolvida com tráfico de drogas realizado por vias aéreas. As investigações, que duraram cerca de um ano, contaram com "informações de outras forças policiais e de pessoas da região que viam as atividades estranhas", informou.

A cocaína era transportada em um helicóptero. A organização criminosa fazia cerca de duas viagens por semana. Buscava a droga no Paraguai e a levava para o estado de São Paulo.


De acordo com o delegado regional de investigação, Marcelo Ivo de Carvalho, os suspeitos foram "autuados em flagrante pelo crime de tráfico internacional de entorpecentes e associação para o tráfico". Ele informou que o patrimônio do grupo envolvido totaliza aproximadamente R$ 20 milhões e que o transporte da cocaína era remunerado na proporção de 800 reais por quilo. Como a aeronave, avaliada aproximadamente em R$ 4 milhões, não tem autonomia para o percurso todo, sempre fazia uma parada para reabastecimento em matagal ermo localizado na região de Presidente Prudente. O helicóptero usava um equipamento avaliado em R$ 1 milhão que permitia voos noturnos.


A ação conta com o apoio da Polícia Militar. Vinte policiais federais participaram do trabalho, contando com o apoio aéreo do Comando de Aviação Operacional da PF (CAOP ) e da PM. Também foram apreendidos armas, veículos e dinheiro em espécie. O nome da operação significa “voando baixo” e refere-se ao modo como era feito o deslocamento aéreo.

Entenda o Caso

A Polícia Federal (PF) apreendeu na madrugada deste sábado (13) um helicóptero avaliado em R$ 4 milhões carregado com meia tonelada de cocaína em Presidente Prudente, no interior de São Paulo. O dono da aeronave, Danilo Sousa Novais, a namorada de um traficante e o piloto, que inicialmente tinha fugido, foram presos. Uma outra pessoa fugiu e não foi localizada.

O helicóptero estava em um canavial de Prudente. Veículos de luxo foram apreendidos na capital paulista, na mesma operação. Segundo o chefe da delegacia da PF em Presidente Prudente, Daniel Coraça Júnior, a operação Flying Low foi deflagrada com o objetivo de combater organização criminosa envolvida com tráfico de drogas realizado por vias aéreas. As investigações, que duraram cerca de um ano, contaram com "informações de outras forças policiais e de pessoas da região que viam as atividades estranhas", informou.

A cocaína era transportada em um helicóptero. A organização criminosa fazia cerca de duas viagens por semana, em que buscava a droga no Paraguai e a levava para o estado de São Paulo.

De acordo com o delegado regional de investigação, Marcelo Ivo de Carvalho, os suspeitos foram "autuados em flagrante pelo crime de tráfico internacional de entorpecentes e associação para o tráfico". Ele informou que o patrimônio do grupo envolvido totaliza aproximadamente R$ 20 milhões e que o transporte da cocaína era remunerado na proporção de 800 reais por quilo.

Como a aeronave, avaliada aproximadamente em R$ 4 milhões, não tem autonomia para o percurso todo, sempre fazia uma parada para reabastecimento em matagal ermo localizado na região de Presidente Prudente. O helicóptero usava um equipamento avaliado em R$ 1 milhão que permitia voos noturnos.

A ação conta com o apoio da Polícia Militar (PM). Vinte policiais federais participaram do trabalho, contando com o apoio aéreo do Comando de Aviação Operacional da PF (CAOP ) e da PM.

Também foram apreendidos armas, veículos e dinheiro em espécie. Diligências continuam para desarticulação da organização criminosa.

O nome da operação significa “voando baixo” e refere-se ao modo como era feito o deslocamento aéreo.

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