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Carangola,14/04/2026

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Operação Sugar Daddy investiga crimes sexuais digitais em três cidades da Zona da Mata

Polícia Civil de Minas Gerais deflagra ação durante o Agosto Lilás e apreende materiais ligados a pornografia infantil e favorecimento à prostituição

Fonte: Rádio Itatiaia e Polícia Civil de Minas Gerais
Operação Sugar Daddy investiga crimes sexuais digitais em três cidades da Zona da Mata


Operação Sugar Daddy investiga crimes sexuais digitais em três cidades da Zona da Mata


Polícia Civil de Minas Gerais deflagra ação durante o Agosto Lilás e apreende materiais ligados a pornografia infantil e favorecimento à prostituição




Na manhã de 20 de agosto de 2025, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou a Operação Sugar Daddy, com mandados de busca e apreensão nas cidades de Juiz de Fora, Astolfo Dutra e Piraúba. A ação foi coordenada pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Juiz de Fora e ocorre em meio à campanha Agosto Lilás, voltada ao enfrentamento da violência contra mulheres e meninas.



As investigações envolvem indícios de armazenamento de material pornográfico infantojuvenil, favorecimento à prostituição e ameaças. Durante a operação, foram apreendidos celulares, um computador e diversos materiais que serão submetidos à análise pericial.



Violência digital e enfrentamento institucional


Segundo a delegada Alessandra Azalim, titular da DEAM, a operação tem um simbolismo especial por ocorrer durante o Agosto Lilás. “O registro não autorizado da intimidade sexual é uma infração penal com sérias consequências, que vão desde pena de reclusão até multas substanciais”, afirmou.



Embora não tenham sido divulgados detalhes sobre os suspeitos ou vítimas, a operação levanta questões sobre redes de exploração e favorecimento que podem ultrapassar os limites locais. A expectativa é que os resultados da perícia revelem conexões mais amplas e permitam responsabilizações judiciais.



Contexto nacional e urgência investigativa


Casos semelhantes têm sido registrados em outras operações, como a Proteção Integral II, que revelou suspeitos com milhares de arquivos de abuso infantil. Em maio de 2025, um investigado em Juiz de Fora foi flagrado com mais de 8 mil arquivos de conteúdo criminoso, evidenciando a escala e gravidade dos crimes digitais na região.



Até o momento, não há registro de repercussão pública significativa nas redes sociais, mas a ação reforça o papel da Polícia Civil na proteção de grupos vulneráveis e na repressão a crimes que violam profundamente a dignidade humana.



Fonte: Rádio Itatiaia e Polícia Civil de Minas Gerais








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