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Carangola,19/02/2026

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Líder do Vanguarda, Wellington Fagundes critica politização no carnaval

jovempan.com.br
Líder do Vanguarda, Wellington Fagundes critica politização no carnaval




A Acadêmicos de Niterói foi rebaixada do Grupo Especial do carnaval do Rio de Janeiro após terminar em último lugar na apuração realizada nesta quarta-feira (18). Estreante na elite das escolas de samba, a agremiação recebeu apenas duas notas 10 e ainda enfrentou problemas na dispersão, com alegorias presas na saída da avenida — situação que levou a Imperatriz Leopoldinense a afirmar que foi prejudicada.


Com o enredo “Do Alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, a escola apresentou na Marquês de Sapucaí, no domingo (15), um desfile dedicado à trajetória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, retratando da infância no Nordeste à chegada ao Palácio do Planalto. A comissão de frente encenou a rampa da posse presidencial e atores representaram o ministro Alexandre de Moraes e os ex-presidentes Dilma Rousseff, Michel Temer e Jair Bolsonaro. Houve ainda críticas às políticas do governo Bolsonaro e referências à prisão do ex-presidente.


A politização do enredo provocou reações no meio político. O líder do bloco Vanguarda, senador Wellington Fagundes (PL-MT), afirmou que “Carnaval é tradição popular, não é palanque político. Quando uma escola decide transformar desfile em homenagem ideológica, assume o risco da rejeição. De todas as formas.”


O parlamentar acrescentou que “ninguém aceita intolerância religiosa nem ataques aos valores da família. Respeito é via de mão dupla”, ampliando o debate sobre os limites entre manifestação cultural e embate político na principal vitrine do carnaval brasileiro.





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