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Carangola,07/04/2026

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Detento confessa segundo homicídio dentro de penitenciária em Muriaé; caso repete padrão de crime anterior

Autor já havia sido indiciado por assassinato em janeiro na mesma unidade; Polícia Civil investiga motivação e circunstâncias

g1.globo.com
Detento confessa segundo homicídio dentro de penitenciária em Muriaé; caso repete padrão de crime anterior

Detento confessa segundo homicídio dentro de penitenciária em Muriaé; caso repete padrão de crime anterior


Autor já havia sido indiciado por assassinato em janeiro na mesma unidade; Polícia Civil investiga motivação e circunstâncias



Um detento confessou o assassinato de um colega de cela na Penitenciária Doutor Manoel Martins Lisboa Júnior, em Muriaé, na manhã desta quinta-feira, 2 de abril de 2026. O caso é investigado pela Polícia Civil e apresenta semelhanças com outro homicídio ocorrido na mesma unidade no início do ano.



A vítima foi identificada como Deylon Moura Santos, de 28 anos, conhecido como “DL”. Segundo as informações apuradas, o autor do crime já havia sido indiciado anteriormente por matar outro detento em janeiro deste ano dentro da mesma penitenciária.



De acordo com o delegado responsável pelo caso, Tayrone Espíndola, a investigação busca esclarecer a motivação do novo homicídio. Até o momento, os indícios apontam que não havia conflito aparente entre os dois presos.



Ainda segundo a apuração, a vítima era apontada como suspeita de participação no crime anterior, o que passou a ser considerado como uma possível linha investigativa.



A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública informou que foi instaurado procedimento interno para apurar as circunstâncias administrativas do ocorrido. O histórico prisional da vítima indica passagens pelo sistema desde 2015, com ingresso na unidade de Muriaé em agosto de 2025.



O delegado também destacou que o crime apresenta padrão semelhante ao registrado em janeiro, porém com maior nível de violência. A perícia trabalha para determinar a causa da morte e a dinâmica completa dos fatos.



O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para exames complementares. Com a confirmação do óbito, a investigação sobre a possível participação da vítima no crime anterior será encerrada.



Fato expresso

Segundo a Polícia Civil, um detento confessou o assassinato de outro preso dentro da Penitenciária de Muriaé. O autor já havia sido indiciado por homicídio anterior na mesma unidade.



Linha investigativa

Há indícios de possível relação entre os dois crimes, considerando que a vítima atual era apontada como suspeita de participação no homicídio anterior. A confirmação depende da investigação.



Base legal

O homicídio está previsto no artigo 121 do Código Penal. A apuração inclui análise de autoria, motivação e circunstâncias, além de eventuais agravantes.



Responsabilidade do Estado

A Lei de Execução Penal determina que é dever do Estado garantir a integridade física dos presos. Crimes dentro de unidades prisionais podem gerar apurações também na esfera administrativa.



Procedimentos

O caso envolve investigação criminal, perícia técnica para determinar causa da morte e procedimento interno instaurado pela Sejusp para avaliar possíveis falhas institucionais.



Interpretação jornalística

A repetição de um homicídio com características semelhantes dentro da mesma unidade aponta para possível falha sistêmica, cuja apuração vai além do crime individual.



Fontes: Polícia Civil e legislação penal brasileira










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