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Carangola,22/05/2026

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Brasileira caída em vulcão na Indonésia: veja imagens de antes do acidente

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Brasileira caída em vulcão na Indonésia: veja imagens de antes do acidente

A brasileira Juliana Marins, de 24 anos, está desaparecida após sofrer um acidente durante uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia, na última sexta-feira (20). Imagens compartilhadas na redes sociais mostram Juliana e uma amiga momentos antes do acidente.


Em um vídeo, elas mostram como estava o local. Na filmagem, é possível ver que a região estava tomada pela neblina. Veja vídeo abaixo: 



Veja: quem é a brasileira que caiu na trilha de um vulcão na Indonésia


Juliana Marins tropeçou, escorregou e caiu a cerca de 300 metros do penhasco. Segundo a família, ela está “escorregando” montanha abaixo, desamparada há mais de 60 horas. O perfil oficial do Parque Nacional do Monte Rinjani informou, nesta segunda-feira (23), que socorristas avistaram a brasileira 500 metros penhasco abaixo.


“Às 6h30 (de segunda-feira (23) de Lombok, 17h30 de domingo (22) no Rio de Janeiro), a vítima foi monitorada com sucesso por um drone, permanecendo presa em um penhasco rochoso a uma profundidade de aproximadamente 500 metros e visualmente imóvel.


Brasileira em vulcão na Indonésia: o que sabemos sobre acidente e resgate


Na manhã desta segunda (23), a irmã de Juliana Marins afirmou que recebeu a confirmação de que a equipe de resgate teria localizado a moça mais uma vez. A parente afirmou que as buscas estão lentas devido ao ambiente severo e às condições climáticas da montanha.


CNN teve acesso a um vídeo que mostra a situação climática na região do vulcão. A neblina torna a visão de amplitude bastante difícil. Veja como está o local:



“Vivendo um sonho”


Uma amiga de Juliana Marins disse que “ela estava vivendo um sonho de viajar pela Ásia”.





Ela passou muito tempo se preparando para isso, guardando dinheiro, planejando tudo com muito cuidado. Ela sempre estava em contato com sua família sobre seus destinos. Ela já tinha visitado as Filipinas, Tailândia, Vietnã, e agora está na Indonésia.



amiga de Juliana Marins



Buscas enfrentam desafios e apelo por helicóptero


Juliana Marins, natural de Niterói (RJ), realizava um mochilão pela Ásia desde fevereiro quando sofreu o acidente no vulcão Rinjani. Após a queda, ela conseguia apenas mover os braços e olhar para cima. A família foi comunicada por turistas que a avistaram horas depois e enviaram a localização exata, fotos e vídeos, incluindo imagens de drone, pelas redes sociais.





Entenda as principais dificuldades do resgate de Juliana



  • Terreno Íngreme e de difícil acesso: A região do vulcão Rinjani onde Juliana caiu é descrita como de difícil acesso. Ela escorregou e caiu a uma distância de cerca de 300 metros da trilha. O terreno é íngreme, o que impede o acesso das equipes.

  • Condições climáticas adversas:

  • Neblina intensa: A presença de muita neblina na região é uma das principais barreiras. A neblina torna a visão de amplitude bastante difícil, impedindo que as equipes de resgate vejam Juliana.

  • Sereno e pedras escorregadias: Além da neblina, o sereno deixa as pedras mais lisas e escorregadias, aumentando o risco para as equipes e para a própria Juliana.

  • Piora climática: As condições climáticas pioraram muito, levando à interrupção ou cancelamento das buscas. As buscas foram temporariamente suspensas devido ao mau tempo. Embora tenham sido retomadas com a melhora do clima no domingo, a instabilidade climática é um fator persistente na região.

  • Limitações logísticas e de equipamento:

  • Corda insuficiente: A irmã de Juliana, Mariana Marins, desmentiu informações de um suposto resgate inicial, afirmando que as equipes não conseguiram chegar até Juliana porque as cordas não tinham tamanho suficiente.

  • Ausência de meios aéreos: A família de Juliana considera o envio de um helicóptero como a “última esperança” para o resgate, indicando que este recurso crucial não estava disponível prontamente ou não havia sido utilizado.

  • Estado de Juliana e sua localização variável:

  • Dificuldade de movimentação: Após a queda de 300 metros, Juliana não conseguia se levantar, movendo apenas os braços e olhando para cima.

  • Deslocamento pós-queda: Embora tenha sido vista pela última vez em um vídeo na noite anterior, a família afirmou que ela não permanecia mais naquele local, o que dificulta o trabalho das equipes que se baseiam em informações anteriores. A neblina contribuiu para ela escorregar ainda mais montanha abaixo.


*Sob supervisão de Pedro Osorio





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