STF vai decidir se eleição para governo do RJ será direta ou indireta


O cargo será ocupado em mandato-tampão, até 31 de dezembro, diante da renúncia do governador Cláudio Castro, em 23 de março.
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Na decisão, Zanin cita seu entendimento em prol do voto direto, divergente da maioria do STF. Ele classificou a renúncia do governador Cláudio Castro, como uma tentativa de burlar a Justiça Eleitoral.
Até que o assunto seja resolvido, Zanin determinou que o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto de Castro, ocupe interinamente o posto de governador.
Dias depois da renúncia de Castro, a Assembleia Legislativa elegeu um novo presidente da Casa, que iria assumir o governo do estado interinamente. A votação, no entanto, foi anulada no mesmo dia pelo Tribunal de Justiça do Estado.
O vácuo na sucessão estadual começou quando Castro renunciou ao cargo para concorrer ao Senado nas eleições de outubro. Na linha sucessória, deveria assumir o vice Thiago Pampolha, mas ele deixou o posto em 2025. O seguinte na linha, seria o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, afastado do cargo e cassado.
No dia seguinte em que Castro renunciou, o Tribunal Superior Eleitoral o condenou à inelegibilidade por oito anos, acusado de abuso de poder político e econômico na campanha à reeleição, em 2022.
*Com informações da Agência Brasil.
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