Motorista é preso por embriaguez ao volante após acidente em Ponte Nova
Condutor de 40 anos colidiu contra veículo estacionado; não possuía CNH e recusou teste do etilômetro
Motorista é preso por embriaguez ao volante após acidente em Ponte Nova
Condutor de 40 anos colidiu contra veículo estacionado; não possuía CNH e recusou teste do etilômetro
Um motorista de 40 anos foi preso em flagrante na noite deste sábado (03/01) após se envolver em um acidente de trânsito e ser flagrado dirigindo sob influência de álcool, no Centro de Ponte Nova (MG). A ocorrência foi registrada por volta das 18h, na Avenida Doutor Caetano Marinho.
Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais, o condutor de um GM Meriva colidiu contra um Fiat Fastback que estava estacionado, causando danos nos dois veículos. Durante o atendimento, os militares constataram que o motorista não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
De acordo com a PM, o homem apresentava sinais visíveis de embriaguez, com a capacidade psicomotora alterada. No interior do veículo, os policiais sentiram forte odor de bebida alcoólica e encontraram uma lata de cerveja vazia.
O motorista foi convidado a realizar o teste do etilômetro, mas recusou. Mesmo assim, diante dos sinais constatados, recebeu voz de prisão. As infrações de trânsito cabíveis foram lavradas no local.
Perícia
A perícia técnica foi acionada e realizou os trabalhos no local do acidente. O veículo conduzido pelo autor foi removido para um pátio credenciado.
Após o registro da ocorrência, o homem foi encaminhado à delegacia e apresentado à autoridade policial para as demais providências legais. O caso será acompanhado pela Polícia Civil de Minas Gerais.
Fonte: Portal Caparaó / Jornal Carangola
Embriaguez ao volante é crime, não acidente
O episódio em Ponte Nova não é apenas mais uma ocorrência policial. É a prova de como a irresponsabilidade de um motorista embriagado transforma ruas em roletas russas. Dirigir sem habilitação e sob efeito de álcool não é descuido, é crime consciente.
O Jornal Carangola denuncia: enquanto campanhas de conscientização se multiplicam, ainda há quem insista em transformar o volante em arma. O resultado é previsível: colisões, danos e risco de morte. Não se trata de fatalidade, mas de escolha criminosa.
Recusar o teste do etilômetro não apaga o cheiro de álcool, nem os sinais visíveis de embriaguez. A prisão em flagrante é o mínimo diante da ameaça que esse comportamento representa. Cada vez que alguém dirige bêbado, coloca em risco não só a própria vida, mas a de inocentes que nada têm a ver com sua imprudência.
É ácido, mas necessário dizer: motorista embriagado não merece complacência. Precisa de punição exemplar, para a sociedade entender que o trânsito não é espaço para irresponsabilidade. A lei existe para proteger vidas, e quem a desafia deve sentir o peso da justiça.








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