Vítima de acidente com ônibus na BR-356 morre após dias internada em Itaperuna
Silvana de Assis Silva, de 42 anos, sofreu parada cardiorrespiratória; acidente deixou 25 feridos no Noroeste Fluminense
Vítima de acidente com ônibus na BR-356 morre após dias internada em Itaperuna
Silvana de Assis Silva, de 42 anos, sofreu parada cardiorrespiratória; acidente deixou 25 feridos no Noroeste Fluminense
Morreu na noite de sexta-feira (23) uma das vítimas do grave acidente envolvendo um ônibus da Viação Brasil na BR-356, em Itaperuna, no Noroeste Fluminense. Silvana de Assis Silva, de 42 anos, estava internada desde o dia do tombamento e se encontrava em recuperação, quando sofreu uma parada cardiorrespiratória dentro do quarto hospitalar.
A morte foi confirmada ainda na noite de sexta. Silvana era funcionária do Hospital São José do Avaí, em Itaperuna. O velório ocorre neste sábado (24) no município. Em seguida, o corpo será levado para uma capela em Laje do Muriaé, onde será realizado o sepultamento.
O acidente aconteceu na terça-feira (20), na BR-356, na altura do distrito de Retiro do Muriaé. O ônibus havia saído de Laje do Muriaé, passou por Itaperuna e seguia em direção ao Centro da cidade quando tombou na pista, deixando 25 pessoas feridas.
Equipes do Corpo de Bombeiros, do Samu e uma ambulância do município atuaram no resgate das vítimas. Segundo o relato de um familiar de uma das pessoas feridas, uma pessoa estaria na pista e teria feito sinal para que o motorista parasse; o tombamento teria ocorrido nesse momento. As causas do acidente seguem sendo apuradas pelas autoridades competentes.
Fontes: g1 Norte Fluminense; Corpo de Bombeiros; Samu; Jornal Carangola
Quando a estatística ganha nome e história
Acidentes de trânsito costumam ser resumidos em números. Feridos, mortos, quilômetros, horários. Mas quando uma vida se perde dias depois, no silêncio de um quarto de hospital, a estatística ganha nome, profissão, família e história. Silvana de Assis Silva não é apenas um dado: é uma ausência que se instala.
Em tragédias assim, a sociedade precisa ir além do choque inicial. É fundamental cobrar apuração rigorosa, identificar responsabilidades e transformar dor em prevenção. Rodovias, fiscalização, sinalização e protocolos de segurança não são detalhes técnicos — são fatores que definem quem volta para casa.
Que o luto desta família seja respeitado. E que o esclarecimento dos fatos seja tratado com a seriedade que a vida humana exige.
Jornal Carangola
Acidentes rodoviários e atendimento de emergência
A BR-356 é uma rodovia federal que corta o Noroeste Fluminense e concentra tráfego regional e intermunicipal, o que exige atenção redobrada a condições da pista, sinalização e fiscalização.
O atendimento a acidentes graves em rodovias federais envolve, de forma integrada, equipes do Corpo de Bombeiros, do Samu e, quando necessário, ambulâncias municipais, conforme protocolos de resposta a emergências.
De acordo com dados do Ministério da Saúde e do Datasus, acidentes de trânsito estão entre as principais causas de internações por causas externas no Brasil.
Mesmo quando vítimas sobrevivem ao impacto inicial, complicações clínicas posteriores podem ocorrer. Por isso, a investigação das causas do acidente e a prevenção de novos eventos são etapas tão importantes quanto o resgate imediato.
Fontes oficiais: Ministério da Saúde (Datasus); Corpo de Bombeiros; Samu; Polícia Rodoviária Federal.





COMENTÁRIOS