Após denúncia anônima, polícia apreende Polícia Civil apreende mais de 30 simulacros de pistola em comércio no Norte de MG
Réplicas semelhantes à Glock G-18 foram encontradas em estabelecimento no Centro de Monte Azul após denúncia anônima
Polícia Civil apreende mais de 30 simulacros de pistola em comércio no Norte de MG
Réplicas semelhantes à Glock G-18 foram encontradas em estabelecimento no Centro de Monte Azul após denúncia anônima
A Polícia Civil de Minas Gerais apreendeu 34 simulacros de arma de fogo em um estabelecimento comercial localizado no Centro de Monte Azul, no Norte do estado. A ação ocorreu nesta quinta-feira (12), após a corporação receber denúncia anônima sobre a comercialização dos itens.
Segundo a PCMG, os objetos apreendidos são réplicas que se assemelham à pistola Glock modelo G-18, calibre 9 mm, inclusive nos detalhes da empunhadura, do seletor de disparo nos modos automático e semiautomático e do carregador.
Segundo a corporação, o alto grau de semelhança com o armamento original potencializa o risco de utilização dos simulacros em práticas criminosas, como roubos, ameaças e outros delitos contra o patrimônio.
Todo o material foi recolhido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, onde o caso segue sob investigação para apurar a origem e a finalidade da comercialização.
Em nota, a delegada Luciana Costa Moura destacou que a retirada dos simulacros de circulação é medida relevante para a preservação da ordem pública, considerando o potencial de uso indevido por pessoas com intenção criminosa.
Fontes: Polícia Civil de Minas Gerais; Jornal Carangola
Simulacros e legislação
Simulacros de arma de fogo são objetos que imitam armamentos reais, podendo ser utilizados para intimidar vítimas em crimes como roubo e extorsão. O uso de simulacro para prática de crime pode configurar agravante, especialmente quando há grave ameaça à vítima.
A fiscalização sobre a comercialização desses itens é realizada pelas forças de segurança, visando evitar seu uso indevido. A retirada de réplicas de circulação reduz o risco de utilização em crimes patrimoniais e situações de intimidação.
Arma de mentira, risco real
Simulacros podem não disparar projéteis, mas disparam medo. Réplicas quase idênticas a armas reais são frequentemente utilizadas em assaltos e ameaças, explorando a aparência para intimidar vítimas.
Quando esses objetos circulam livremente no comércio, o risco se amplia. A linha entre brinquedo, réplica e instrumento de crime pode ser tênue, e, nas mãos erradas, a consequência é concreta.
A apreensão realizada em Monte Azul não é apenas uma ação administrativa. É uma medida preventiva que reduz a probabilidade de violência e reforça a necessidade de fiscalização rigorosa sobre itens que simulam armamento real.
Jornal Carangola





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